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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Imagine-se numa guerra. Você dirige um poderoso tanque e está prestes a invadir as linhas inimigas. O general da tropa adversária te avista, ao longe, mas nem seus soldados, nem suas armas podem alcançar você. Ele não pode, então, te eliminar. O que ele faz, na sua opinião? Ele tenta te neutralizar, é lógico. Arma barreiras, planta minas, faz de tudo para que você se torne inofensivo. A Síndrome do pânico age exatamente desta maneira. Não é uma doença fatal, mas pode debilitar o indivíduo a ponto de deixá-lo em casa trancafiado, com medo de tudo e de todos. No entanto, ela pode ser vencida, a partir do momento que entendemos que estamos numa pequena guerra, em busca da nossa saúde e de uma vida de qualidade. Alguns passos, então, precisam ser seguidos.
1. Admita uma postura ofensiva. A Síndrome do Pânico é uma doença complicada, de tratamento árduo, mas tem cura. Todavia, para que possamos vencer, precisamos sair do nosso local de conforto e lutar. Lutar, primeiramente, contra nosso comodismo. Isso mesmo. Estamos dentro da nossa casa, nosso quartel-general. Lá fora estamos em guerra, é tudo perigoso, hostil. O nosso inimigo está lá fora... mas ficar escondidos não vai tirá-lo de lá. Ele nos dominou, nos encarcerou dentro da nossa própria segurança. Colocou uma bandeira dele no nosso território e deu a guerra por vencida. Precisamos recusar isso, precisamos negar que fomos vencidos e lutar. Temos medo de morrer? Vamos encarar o medo. Não queremos mais sair de casa? Vamos nos obrigar a sair, mesmo que isso cause mal estar. Temos crises? Vamos enfrenta-las. Uma postura ofensiva é a chave da vitória.
2. Lute com as armas certas. A Síndrome do pânico tem cura, mas com as armas certas. Muitas estratégias são válidas para amenizar sintomas, mas para acabar com o mal pela raiz, precisamos de tratamento medicamentoso e psicoterapia. Não adianta atirar com uma espingarda de pressão num carro blindado. Da mesma forma, não adianta procurar métodos que dizem ser rápidos e milagrosos. Procure um psiquiatra e um psicólogo, eles são capacitados para ajuda-lo, com o medicamento e a terapia certos para seu caso.
3. Conheça o seu inimigo. Para quem sem Síndrome do Pânico, a informação é fundamental. Muitas vezes, durante as crises pensamos estar morrendo, enfartando, ou com alguma doença grave. O conhecimento sobre a doença evita essas conclusões precipitadas, bem como nos dá artifícios para lutar contra a doença. Pesquise, leia, fale com médicos, conheça bem o chão no qual você está pisando.
4. Faça parte de um exército. Não lute sozinho. Ninguém é tão forte sozinho quanto é em grupo. Soldado sozinho não é batalhão. Procure ajuda de outras pessoas, da família, amigos, e principalmente de pessoas que enfrentam a mesma luta que você. Converse, desabafe, chore, troque experiências.
5. Acredite na cura. Às vezes, a cura parece tão longe, que começamos a desacreditar dela. Você passa 6 meses sem sintomas, fica feliz, pensa que acabou, mas vem uma crise e você desaba, pensa que nunca vai se curar. Não, não pense assim. Foque todos seus pensamentos e toda sua força na cura. Creia. Sê crê em Deus, apegue-se a ele. Acredite que lá no final de um campo de batalha sangrento e aterrador, há a vitória e a paz que você sempre sonhou.

2 comentários:

Fernando Rüeckl disse...

Muito bom Toni, excelente post.

Rafaela Panin disse...

MEnino de onde vc tirou tudo isso? Você escreve muito bem, deve ser Jornalista né? Adorei a reportagem assim como amo todas, mas essa em especial tem mais a ver com a minha pessoa. Amei

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